DEUS ABENÇÕE A TODOS QUE AQUI ENTRAREM! AMÉM

NESTE PEQUENO ESPAÇO SENTI GRANDE ALEGRIA EM COMPARTILHAR COM TODOS AS POUCAS EXPERIENCIAS QUE DEUS PERMITIU QUE EU VIVENCIASSE E COM ELAS APRENDESSE , POR ESSE MOTIVO FORAM FEITAS POSTAGENS DE DIVERSIFICADOS ASSUNTOS, AQUI TEM DE TUDO UM POUQUINHO.
AFINAL DE CONTAS ,A NOSSA VIDA É ASSIM...
E ATRAVÉS DA MINHA VIDA OQUE DEUS ME ENSINOU EU DIVIDO NA ESPERANÇA DE AJUDAR QUEM QUER QUE SEJA COM TODO O AMOR EM CRISTO QUE HÁ EM MEU CORAÇÃO.
ESPERO QUE ESTE OBJETIVO SEJA ALCANÇADO...
RECEBA EM NOME DO SENHOR JESUS A CURA;
NA SUA ALMA
NO SEU CORPO (terreno)
NA SUA VIDA EMOCIONAL
DEUS ABENÇÕE A TODOS QUE AQUI ENTRAREM!
AMÉM








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terça-feira, 10 de maio de 2011

DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO - DRGE



DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO - DRGE
Sinônimos e nomes populares:
Esofagite de refluxo, hérnia de hiato, azia, regurgitação e refluxo.
O QUE É?
É um conjunto de queixas que acompanha alterações no esôfago resultantes do refluxo (retorno)
 anormal do conteúdo estomacal, naturalmente ácido, para o esôfago.
COMO SE DESENVOLVE OU COMO SE ADQUIRE?
O esôfago do adulto é um canal de 35 a 40 cm, que liga a boca ao estômago.
 Ele é elástico e na espessura de sua parede contém camadas musculares 
recobertas internamente por uma delicada pele com o nome de mucosa, 
parecida com o revestimento da boca. O início do esôfago fixa-se
na parte inferior da garganta, desce pelo mediastino e cruza o diafragma 
através de um orifício chamado hiato, poucos centímetros antes de se abrir no estômago.
 O mediastino é a região entre os dois pulmões e o diafragma; é uma calota muscular
 que divide o tórax do abdome. O esôfago tem ligamentos para prendê-lo junto ao hiato 
diafragmático e que contribuem para formar um tipo de válvula de retenção para impedir
 o refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago.
Quando o esôfago desliza para cima mais que 2 a 3 cm., traciona o estômago 
e ambas as estruturas se deslocam para o tórax. Decorre dessa alteração anatômica
 a Hérnia Hiatal que, por sua vez, prejudica a válvula anti-refluxo. 
Quando o conteúdo do estômago, em geral muito ácido, atinge a mucosa esofágica, 
este tecido reage - inflama - originando a Esofagite de Refluxo.
O QUE SE SENTE?
A azia é a principal queixa e raramente não ocorre. Seu nome técnico é pirose. 
Pode piorar, por exemplo, quando se dobra o peito sobre a barriga e quando 
se deita com o estômago cheio. É referida como ardência ou queimação, 
em algum ponto entre a "boca do estômago" e o queixo, correndo por trás do esterno,
 o "osso do peito". A azia pode ser tão intensa como uma dor no peito, 
causando impressão de infarto cardíaco. Pode ocorrer também um aumento da salivação,
 a sialorréia, que é um reflexo natural porque a deglutição dessa saliva alivia a queimação, 
como se fosse um antiácido natural.
A regurgitação é a percepção da volta do conteúdo estomacal no sentido da boca, 
sem enjôo ou vômito, freqüentemente, com azedume ou amargor. Não raro determina tosse, 
pigarro e alterações da voz. O engasgo - tosse forte e súbita, atrapalhando
a respiração - pode despertar do sono e representar uma situação de refluxo gastro-esofágico. 
A ocorrência de falta de ar com chiado no peito, como a asma, pode ser desencadeada pelo refluxo.
Sensações, desde bola na garganta e desconforto ao engolir até fortes dores em aperto - espasmos - 
no meio do peito, representam uma desorganização das contrações faringo-esofágicas
 responsáveis por levarem ao estômago aquilo que ingerimos. Esses sintomas
 são considerados complicações do refluxo e levam o nome geral de dismotricidade esofágica.
Na criança, ainda no primeiro ano de vida, pode ocorrer um refluxo gastro-esofágico excessivo,
 levando à devolução da mamada, a engasgos, a choro excessivo, 
a sono interrompido e quando repetitivo, predispõe a infecções e distúrbios respiratórios.
COMO O MÉDICO FAZ O DIAGNÓSTICO?
O relato do paciente adulto jovem pode levar ao diagnóstico, sem necessidade 
de exames num primeiro evento.
A radiografia da transição esofagogástrica, enquanto se deglute um contraste rádio-opaco,
 pode demonstrar tanto a hérnia, quanto o refluxo.
A Endoscopia Digestiva Superior é um exame para visualizar o esôfago, estômago e duodeno, 
passando um fino feixe de fibras óticas através da boca. A evolução da qualidade dos equipamentos, 
da eficiência da anestesia local da garganta, a eficácia e a segurança da sedação do paciente,
 tornaram a endoscopia um exame simplificado, do qual se acorda “sem ressaca”. Além disto, 
pode ser repetida para controle de resultado de tratamento e, mais recentemente,
 para procedimentos terapêuticos especiais. Uma tela recebe e amplifica 
com nitidez as imagens das áreas sob inspeção direta, permitindo também fotos 
e filmes para reexaminar os achados. Pode mostrar a incompetência da válvula de retenção 
gastro-esofágica e a hérnia. O mais importante é que permite ver manchas vermelhas,
 placas branquicentas e úlceras, principalmente na mucosa do esôfago inferior, sugestivas 
de graus variados da Esofagite de Refluxo. A endoscopia facilita a coleta de material destas 
lesões para exame microscópico, no qual se pode definir a inflamação, avaliar um potencial 
cancerígeno e até diagnosticar o câncer.
A Cintilografia do trânsito esôfago-gástrico é um método que tem sido usado mais na criança.
 Administra-se uma mamadeira normal, contendo uma quantidade inofensiva de substância radioativa. 
A cintilografia capta e registra imagens da radioatividade descendo para o estômago ou 
do estômago refluindo para o esôfago. É uma metodologia não invasiva, indolor e ambulatorial.
 Entretanto, nem sempre capta o refluxo, pois este não é permanente.
O estudo da pressão interna ao longo do esôfago (Manometria)
 e a verificação do refluxo da acidez do estômago para o esôfago 
(pHmetria de 24 horas) detectam variações naturais e anormalidades 
capazes de diagnosticar a DRGE. São métodos que chegaram à rotina 
clínica há relativamente poucos anos. Precisam ser usados quando os demais
 tem resultados insatisfatórios e para estudar parâmetros antes e depois do
 eventual tratamento cirúrgico da doença do refluxo.
COMO SE TRATA?
Em geral, o tratamento é clínico, com medidas educativas associadas aos medicamentos.
 A vídeo-laparoscopia vem facilitando o método cirúrgico, aplicado a casos selecionados,
 com resultados muito bons.
Além de combater a obesidade, é importante evitar grandes volumes às refeições e 
de deitar nas primeiras duas horas seguintes. Algumas pessoas beneficiam-se de 
dormir numa cama elevada pelos pés da cabeceira, em 20 a 25 cm. Outras, não se 
adaptam à posição: incham os pés, doem as costas, etc. Há controvérsias sobre
 restrição de diversos alimentos, particularmente, cítricos, doces e gordurosos.
 Ajudam no controle dos sintomas, algumas medidas, como: evitar a bebida alcoólica, 
não deglutir líquidos muito quentes, ingerir um mínimo de líquidos durante ou
 logo após as refeições, evitar a ingestão de chá preto e café puro com estômago vazio.
Os medicamentos mais usados são os que diminuem o grau da acidez 
no estômago (os populares antiácidos) e aqueles que inibem a produção 
de ácido pelas células do estômago ("antiácidos sistêmicos"). 
Outros remédios de um grupo chamado de pró-cinéticos destinam-se 
a facilitar o esvaziamento do conteúdo estomacal para o intestino, 
minimizando a quantidade capaz de refluir para o esôfago.
Uma queixa importante dos pacientes é a recidiva dos sintomas, particularmente da azia, 
poucos dias após o término dos medicamentos. Nesse momento, surge a questão do
 tratamento por tempo indeterminado ou do tratamento cirúrgico.
Vale dizer que o tratamento clínico combate muito bem os sintomas, 
mas não modifica a hérnia hiatal e poucas vezes muda o refluxo gastro-esofágico, propriamente dito.
COMO SE PREVINE?
Na prática clínica há a prevenção da recidiva dos sintomas, que se resume 
no seguimento das medidas ditas educativas instituídas quando do primeiro tratamento.

obs. esse problema é muito mais sério do que pode parecer lendo apenas esse texto acima...
principalmente quando bebês nascem com este problema.
é muito sofrimento, muitas dores de estômago , o enfermo parece sofrer de crises de bronquite e asma bronquica.
tem uma tosse crônica e constante, que impede o enfermo de ter uma vida normal.
se não fosse só isso tem dores terríveis de estômago e muitas vezes chegam a parecer estar tendo um enfarto.
fora os vômitos constantes e violentos.
tudo o que come faz mal.
atrapalha o desenvolvimento da criança em todos os sentidos.
o desgaste que essa doença causa no enfermo e na familia é terrível e traumatizante.




muitas vezes quando meu filho era bebê tivemos que colocá-lo em uma canga
é o nome que dão a este tipo macacão que amarra a criança na cabeceira
do berço bem reclinado para que ela não vire e não desça, a criança fica
literalmente pendurada, e tem que dormir assim para
não vomitar dormindo e afogar ou aspirar e ir o 
vomito para o pulmão ,causando pneumonias aspirativas
mesmo assim dependendo do grau de refluxo estas medidas
são inuteis, meu filho teve até 2 anos 8 pneumonias aspirativas.
e chorava muito quando o colocávamos nessa canga para dormir.
pois limita a criança em seus movimentos, esta fica amarrada durante 
todo o tempo que esta no berço.
UMA HISTÓRIA REAL.

É necessário muito cuidado, e jamais aceitar o diagnóstico de apenas um profissional,
sempre procurar mais opiniões e outros tipos de exames em lugares mais avançados se possível.
Digo isto por experiencia própria, pois quando meu filho nasceu logo nos primeiros dias percebemos que ele vomitava muito e seus vômitos eram em todas as mamadas e tipo em jatos abundantes.
vomitava pelo nariz e boca, na maternidade mesmo percebi, falei com a medica de plantão mas ela asperamente disse que ele só estava regurgitando... eu, como era marinheira de primeira viagem muito jovem, simples,
não tive franqueza para questionar.
os dias se passaram e ele foi para casa com 17 dias de nascido,pois era prematuro, teve que ficar para ganhar peso. foi quando vimos que não era muito normal, procuramos o medico pediatra e mais uma vez o medico não deu muita importância  acreditando que era exagero do jovem casal inexperiente ..ele começou a ter febres direto.
resolvemos trocar de medico, foi quando fazendo exames de contraste..A radiografia da transição esofagogástrica, enquanto se deglute um contraste rádio-opaco.
constou no exame que ele tinha refluxo gastroensofágico grau 2,
o medico disse , que com tratamento clinico até 2 anos ele estaria completamente curado deste mal, nós inocentemente acreditamos.
mas a  coisa não foi bem assim, houve muito sofrimento, dele principalmente ,de todos nós, principalmente eu como mãe que estava dia e noite com ele.
por causa do refluxo ele desenvolveu 8 pneumonias aspirativas, esofágite, muitas dores no estomago, muita febre...quadros febrís constante.
ele não se desenvolvia porque tudo o que comia vomitava, podia eu fazer alimentos todos engrossados, não dava agua de maneira alguma , até para trocar tinha que ser inclinado, remedios para digestão domperidona, predisin, antak( ranitidina), milanta plus,  omeprazol e assim por diante
mas nada resolvia...tinha dias que a impressão que dava era que o remédio piorava tudo!
foram muitas internações...atrasou o desenvolvimento neurológico, pois ficava mais internado do que em casa.
com 1 aninho ele pesava 5,500kg...
Até que por fim em consequência do problema ele veio vomitar dormindo com 2 e nove meses e asfixiou-se  e teve parada cardio respiratória .
ficou um certo tempo em estado de quase morte..para não dizer morto.
e com o atendimento de emergência no S.M.U. da santa casa , os médicos  injetaram na veia adrenalina, entubaram , deram  choques ,ele ressuscitou, mas este acidente foi o suficiente para que ele ficasse em estado vegetativo pois morreu uma parte de seu cérebro, houve danos cerebrais com a falta de oxigênio causando paralisia cerebral.
fazem 15 anos que ele esta em estado vegetativo se alimentando por uma gastrostomia, dentre toda sua vida teve 44 pneumonias decorrente o refluxo que piorou com o estado e também devido a própria condição de vida em que ele vive, impossibilitado de se mexer, andar falar, comer, se movimentar atrofiou seu corpo.
depois de muito sofrimento e dor, por medo de perdê-lo evitava pensar em cirurgia, pois como ele ja tinha tido 3 paradas cardiacas a chances dele sobreviver em uma cirurgia era  muito pequena, mas o sofrimento das pneumonias foram tão grandes que não sabíamos o que era pior..se correr o risco nas pneumonias ou na mesa de cirurgia...mas com o carinho e cuidado de uma medica que nos ajudou muito a tomar esta decisão levamos ele  para Ribeirão Preto com um renomado medico gastrocirurgião e foram feitos exames descobriu que seu refluxo era moderado para grave, e era caso para cirurgia, confirmado!foi feita uma cirurgia por laparoscopia e feito uma gastrostomia, pois até então ele usava uma sonda nasogastrica , foram 4 anos com sonda no nariz.
desde então as pneumonias diminuiram...não acabaram completamente devido seu estado já muito grave, e ele ganhou peso, se desenvolveu.
hoje fazem 11 anos que ele fez essa cirurgia sua vida mudou muito desde então.
 Por isso digo, não acreditem apenas em uma opinião medica, procurem mais recursos.
ass: Silvia

este é meu filho antes do vomito ..
logo depois da anoxia cerebral...antes da cirurgia.

e depois..nos dias atuais depois da cirurgia..



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